Feira de Santana registra quase 800 casos de diarreia em janeiro de 2026; veja como prevenir
11/02/2026
(Foto: Reprodução) Feira de Santana registra 769 casos de diarreia em janeiro de 2026
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A cidade de Feira de Santana, segunda maior da Bahia, registrou 769 casos de diarreia em janeiro de 2026, segundo dados da Vigilância Epidemiológica (Viep). O número é inferior ao contabilizado no mesmo período do ano passado, quando 1.252 casos foram notificados. Em todo o ano de 2025, o município somou 9.317 registros da doença.
Tradicionalmente associada ao consumo de alimentos estragados, especialmente no verão, quando as altas temperaturas favorecem a deterioração mais rápida, a diarreia pode ter outras causas. Além da contaminação hídrica e alimentar, o quadro também pode estar relacionado a infecções como influenza, Covid-19, dengue e outros vírus respiratórios.
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De acordo com o nutricionista da Viep, Lázaro Melo, a doença não deve ser atribuída exclusivamente à alimentação. “Existe uma relação importante entre a diarreia e algumas viroses. A população costuma associar o quadro apenas à alimentação, mas essa não é sempre a causa”, explicou.
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Conforme os dados do órgão, a maior incidência ocorre entre crianças de 1 a 4 anos e pessoas acima dos 10 anos. Entre as crianças pequenas, o risco maior está ligado ao comportamento típico da idade.
Já entre adolescentes e adultos, os casos estão mais associados ao consumo de água e alimentos fora de casa, muitas vezes sem condições ideais de preparo e conservação.
Como prevenir
A Vigilância Epidemiológica reforça que a prevenção é fundamental para reduzir os casos. Entre as principais orientações estão:
Consumir apenas água tratada ou filtrada;
Manter cuidados rigorosos na higienização das mãos, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro;
Lavar bem frutas, verduras e utensílios de cozinha;
Armazenar alimentos sob refrigeração adequada;
Evitar consumir alimentos de procedência duvidosa;
Ficar atento a sintomas gripais e gastrointestinais, principalmente em crianças e idosos.
A maioria dos casos é considerada leve e autolimitada, com duração de um a três dias. O principal cuidado é manter a hidratação. Caso os sintomas persistam por mais de 14 dias ou haja sinais de agravamento, a recomendação é procurar uma unidade de saúde.
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